Mais um petisco excelente, para todo o ano, mas, não sei porquê, só me dá para o fazer, de verão!
Espero que gostem.
Receita para 6 pessoas
2 tomates médios, ligeiramente maduros /pessoa
6 dentes de alho
2 cebolas grandes
1 lata de cogumelos laminados
300 gr de carne de vaca picada (também se pode usar carne de porco, borrego, ou ave)
1 pimento verde (cortado em quadradinhos pequeninos)
3 cenouras (raladas)
1 alho francês (cortado em rodelas muito finas)
1 dl de azeite
sal e pimenta a gosto
12 folhas de hortelã, e 2 ovos cozidos esfarelados, para decorar
A primeira coisa a fazer, é cortar a parte de cima aos tomates, tipo "criar uma tampa", e retirar-lhes 2/3 de polpa, mas de maneira a que fiquem inteiros. Reservam-se.
Num tacho, refoga-se ligeiramente as cebolas picadas com os alhos, no azeite.
De seguida, misturam-se todos os ingredientes, (incluindo a polpa retirada aos tomates) e deixa-se estar em lume brando, até a carne apurar.
Quando todos os ingredientes estiverem cozinhados, e apuradinhos, retiram-se do lume, e recheiam-se os tomates com o preparado.
Levam-se ao forno, bem quente, para alourar, e cozinhar os tomates que se reservaram.
Quando estiverem cozinhados (tem de se ter atenção, para que não se desfaçam), retiram-se do forno, polvilham-se com os ovos cozidos desfeitos, e em cada um deles, coloca-se uma folha de hortelã.
Servem-se quentes, acompanhados de uma boa salada, e arroz branco.
Bom apetite!!
Pois é, o verão aproxima-se, e com ele, vem o cheiro a grelhados no carvão. Hummm..
Este bacalhau,é um dos meus preferidos, e um prato muito bom, para comer no verão.
Receita para 6 pessoaS:
6 postas de bacalhau
30 batatas novas, pequenas (uma média de 5 /pessoa)
1 pimento grande
10 dentes de alho
1 ramo grande de coentros
3 dl de azeite
Enquanto se acende o lume (a carvão), lavam-se muito bem as batatas, e cozem-se durante uns 7 minutos, com a pele, e temperadas de sal. Quando estiverem semi-cozidas, escorrem-se e reservam-se.
Assim que o lume estiver bom para cozinhar, põe-se o pimento a assar.
De seguida, põem-se as batatas na grelha, e deixam-se assar, até começarem a abrir (se o fogareiro, ou barbecue, for grande, pode começar a assar-se o bacalhau juntamente com as batatas)
Arranja-se o pimento, e corta-se em tirinhas muito finas.
Se não se assou o bacalhau, está na hora de o pôr na grelha.
Assim que estiver assado, tira-se pele e espinhas, e desfia-se em lascas grossas.
Numa travessa grande, põem-se as batatas e o bacalhau.
Depois, picam-se os coentros, que se irão deitar por cima do bacalhau, juntamente com as tiras de pimento.
Finalmente, fervem-se os alhos no azeite, até fcarem levemente dourados.
Rega-se o bacalhau, com o azeite e os alhos.
Está pronto a servir.
Bom apetite!
Mais um doce da região dos meus avós.
Lembro-me de o comer essencialmente em casamentos e baptizados. é delicioso!
1 Kg de abóbora amarela
300 gr de amêndoa pelada e ralada
100 gr de amêndoa laminada (para polvilhar no final)
6 gemas de ovos
2 ovos inteiros
peso de açúcar igual ao peso da abóbora, depois de cozida e escorrida
1,5 dl da água de cozer a abóbora
Coze-se a abóbora, e escorre-se muito bem. Aproveita-se 1,5 dl dessa água, para fazer o ponto de açúcar.
Num tacho, põe-se o açúcar ao lume, com a água, até fazer ponto de pérola, leve. (o ponto de pérola está feito, qdo, molhamos uma colher na calda, e ao deixar escorrer para cima de um pires, se forma uma bolinha)
De seguida, junta-se a abóbora, a amêndoa ralada. e mexe-se muito bem, para não deixar pegar ao fundo do tacho. O lume deve estar brando.
Quando o doce, começar a secar, e a fazer uma estradinha no fundo do tacho, retira-se do lume, deixa-se arrefecer um pouco, e misturam-se os ovos, préviamente batidos, mexendo muito bem.
Volta ao lume, mais uns 5 minutos, e está pronto.
Deita-se em tacinhas individuais, e polvilha-se com a amêndoa laminada.
Deixa-se arrefecer, e está pronto a servir.
Bom apetite!
( foto do restaurante Aqueduto, em Évora )
Para os muito gulosos, que não têm problemas hepáticos!
É um doce muito apreciado, mas que, na minha opinião, só se pode comer em pequenas quantidades. Caso contrário, torna-se muito enjoativo.
E já agora, aproveitando o facto, de ser um doce confeccionado com muitos ovos, explico o porquê. dos doces daquela região, levarem, normalmente, muitos ovos:
Conta a história, que os produtores de vinho da região, clareavam o vinho com claras de ovo. Não sei qual seria o processo utilizado, mas parece que as claras serviam mesmo para clarear os vinhos. As gemas que sobravam, eram oferecidas aos conventos, que abundavam por lá.
E assim, surgiram as receitas conventuais, repletas de ovos!
Os frades, além de gulosos, eram muito criativos! E ainda bem! Deixaram-nos um legado de doces, de se lhe tirar o chapéu!
E agora, cá vai:
18 gemas + 6 ovos inteiros
500 gr de açúcar
2 dl de água
canela para polvilhar
Numa frigideira de ferro grandinha, (preferencialmente), leva-se o açúcar com a água ao lume, até fazer um ponto leve (ponto de fio).
Enquanto isso, batem-se muito bem os ovos com as gemas, de preferência com uma faca.
Assim que o açúcar estiver no ponto desejado, juntam-se os ovos, tendo o cuidado de ir deitando a partir do centro, em forma circular, até encher a frigideira.
Depois, enquanto o doce coze, vai-se picando muito bem com um garfo, por forma a cozer bem, todo ele, e fazer com que a calda de açúcar entranhe nos ovos.
Com uma espatula, vai-se afastando o rebordo do doce, para evitar que pegue à frigideira.
Demora cerca de 10 minutos a cozer.
Quando estiver com o aspecto de uma omeleta, está pronto.
Nota importante: deve ficar com calda! Não se deve deixar secar demasiado.
De seguida, polvilha-se com canela, e leva-se uns 5 minutos a forno forte, para alourar ligeiramante.
Escorre-se para um prato grande e fundo, e deixa-se arrefecer!
Está pronto.
Bom apetite!
Aqui está mais uma receita alentejana, talvez uma das mais conhecidas.
Na região de Lisboa, chamam-lhe sopa alentejana. No alentejo,(mais concretamente na terra dos meus avós) chamam-lhe, açorda d'alho.
E muito fácil, e rápida de confeccionar.
Para 6 pessoas:
8 dentes de alho
1 ramo grande de coentros
sal
1,5 de água
6 ovos (se contarmos apenas, com 1 por pessoa)
1 dl de azeite
Num almofariz, desfazem-se os alhos, com os coentros e o sal.
Põe-se a água ao lume, com um pouco de sal, até ferver. Quando ferver, deitam-se os ovos lá dentro com mto cuidado, para não se desmancharem, e deixam-se escalfar (3/4 minutos)
Numa terrina funda, deita-se a mistura dos coentros e alhos, e rega-se com o azeite.
De seguida, mistura-se a água onde os ovos foram cozinhados, mas certificando-se que está ainda a ferver, ou plo menos, muito quente.
Corta-se um pão alentejano aos pedacinhos e em cada prato, dispõe-se o pão, em cima deste, um ovo, e por fim, rega-se tudo com bastante caldo.
Está pronta a comer.
Bom apetite!
Opção: pode cozer-se bacalhau na água, e servir esta sopa, com bacalhau tambem.
Ora então cá está um dos mais típicos pratos alentejanos.
Hoje deixo ficar aqui a receita das migas de pão, as mais vulgares.
Brevemente, postarei a receita das migas de batata, e de espargos, muito apreciadas também.
Mais uma vez, não consigo deixar quantidades exactas para determinado numero de pessoas, porque este, é mais um dos pratos que faço a "olho". Mas ainda assim, vou tentar quantidades aproximadas para 6 pessoas.
1,5 kg de entrecosto
2 pães do alentejo (de kilo)
10 dentes de alho
2 folhas de louro
3 colheres de sopa de calda de pimentão
5 colheres de sopa de banha
1 dl de azeite
A 1ª coisa a fazer, é temperar a carne com a calda de pimentão, e 5 dentes de alho picado.
Deixa-se ficar a carne a tomar gosto, durante umas 2 horas (não leva sal, porque normalmente, a calda de pimentão, já tem bastante).
Frita-se a carne, com a banha, tendo o cuidado de adicionar a folha de louro.
Quando a carne estiver frita, retiram-se os pedaços, e reserva-se um pouco do molho da fritura( pingo).
De seguida, retira-se todo o miolo dos pães, e demolha-se em água, o tempo suficiente, para ficar mole.
Espreme-se bem o pão, retirando o máximo de água possível.
Numa frigideira de ferro ( preferencialmente) deita-se o azeite, os restantes alhos cortados ao meio, a folha de louro, e umas 5 colheres de sopa do pingo da carne.
Quando os alhos estiverem fritos, mistura-se o pão molhado. Tempera-se com sal e pimenta, e mexe-se mto bem. Vai-se dando voltas ao pão, até este começar a ligar mto bem, e a formar uma bola compacta.
Retira-se do lume, quando o pão, começar a apresentar uma cor dourada, e quando estiver totalmente ligado, e despegado da frigideira. As migas aí estão, prontinhas!
Dispõem-se as migas numa travessa, e rodeiam-se com a carne.
Está pronto a servir.
Bom apetite!
Esta sopa, no alenejo, normalmente é denominada por açorda de tomate.
Aqui na zona de Lisboa, dão-lhe o nome de sopa.
É uma refeição ligeira, muito saborosa, e excelente no verão.
Receita para 6 pessoas:
6 ovos
6 tomates maduros
2 cebolas
6 dentes de alho
1 folha de louro
1 dl de azeite
sal e pimenta
6 fatias de pão alentejano
água
Tira-se a pele aos tomates, cortam-se em rodelas muito fininhas, e reservam-se.
Pica-se a cebola e os alhos, para dentro de uma panela, junta-se o tomate, a folha de louro, e o azeite.
Deixa-se que o tomate cozinhe um pouco, durante uns 10 minutos.
Depois, acrescenta-se cerca de 1lt de água, tempera-se com o sal e a pimenta, e deixa-se ferver uns 5 minutos. Findo este tempo, adicionam-se os ovos, com muito cuidado, para não se desmancharem.
Quando os ovos estiverem escalfados no tomate, a sopa está feita.
Em cada prato, dispõe-se uma fatia de pão cortada aos quadrados, e 1 ovo escalfado por cima. Rega-se depois, com o caldo do tomate, e está pronta a comer.
Se achar que tem pouco caldo, pode acrescentar mais um pouco de água, deixar levantar fervura, e servir.
Bom apetite!
Uma receita deliciosa,e muito fácil de fazer.
Os espargos bravos não abundam, é certo, mas creio que nesta altura do ano, nem são assim tão difíceis de arranjar.
1 molho de espargos bravos
8 ovos
2 fatias de pão alentejano, duro
5 dentes de alho
1 dl de azeite
sal
Arranjam-se os espargos, cortando-os em rodelinhas, até se atingir, no talo do espargo, a zona, em que começa a ser difícil, meter a faca. Assim, que se sente que custa a cortar, deita-se fora, e começa a arranjar-se outro espargo.
Quando estão cortados, lavam-se e reservam-se.
Numa frigideira, picam-se os alhos, e fritam-se um pouco com o azeite.
De seguida, juntam-se os espargos, mexem-se e deixam-se fritar com os alhos, durante uns 7 minutos.
Depois, esfarela-se o pão, e mistura-se mto bem, com os espargos. Dá-se umas voltas com uma colher de pau, e acrescentam-se os ovos batidos, e temperados de sal.
Tanto se pode fazer omeleta, como mexer simplesmente, todos os ingredientes.
Servir , acompanhado com uma boa salada de tomate.
( vista para o castelo de Mourão/ Alentejo)
Ontem, em conversa com uma amiga, entre outras coisas, falamos do "nosso" alentejo.
Como não poderia deixar de ser, falamos da sua gastronomia.
E assim sendo, tive uma ideia: esta semana, só vou postar aqui, receitas oriundas daquela região.
Como a variedade de pratos é bastante, estou em crer, que vou ter receitas para toda a semana! E sendo assim, acabo por instituir aqui, na minha cozinha, a Semana do Alentejo.
Espero que gostem!

E porque estamos no tempo da fava, aqui vai uma receita deliciosa de favas à moda do alentejo.
Receita para 6 pessoas:
1,5 kg de favas descascadas
1 chouriço de boa qualidade
1 kg de entrecosto aos bocadinhos
1 morcela
1 cebola grande
4 dentes de alho
1 ramo grande de coentros
1 dl de azeite
1 copo de vinho branco
1 colher de sobremesa de colorau
1 colher de sopa de tomate
sal q.b.
Num tacho, põe-se a cebola, metade dos coentros, o azeite e o alho a refogar ligeiramente.
De seguida, junta-se o entrecosto, e 1/3 do chouriço , para refogar um pouco. Depois, junta-se o tomate, o colorau, o vinho branco, e tempera-se de sal.
Tapa-se o tacho, e deixa-se estar uns 15 minutos.
Finalmente, juntam-se as favas e a morcela, e acrescenta-se o caldo (com um pouco de água) de maneira a que fiquem cobertas, mas sem ser em excesso. Põe-se por cima das favas, o resto do chouriço, inteiro (não seca tanto enquanto cozinha).
Tapa-se o tacho, e deixa-se cozinhar em lume brando, o tempo necessário para que as favas fiquem tenrinhas. Se for na panela de pressão, este tempo, não ultrapassará os 20 minutos.
Assim, que estiverem cozidas, apaga-se o lume, e polvilham-se com o resto dos coentros picados.
Corta-se a morcela e o chouriço às rodelas, e está pronto a servir.
Bom apetite!
Mais um bolo delicioso, para quem não se preocupa com a linha! Ehehehhe! Se se preocupam...comam na mesma! Dias, não são dias!
6 ovos
1 chávena e meia de farinha (com fermento)
2 chavenas de açúcar
1 chavena de óleo
1 chavena de leite
1 lata de ananás, ou um abacaxi pequeno maduro
2 pacotes de natas (que devem ser postas no congelador, meia hora antes de bater)
sumo de meio limão
5 colheres de sopa de açúcar
Separam-se as gemas das claras, e batem-se estas em castelo bem firme, com uma pitadinha de sal. Reservam-se.
Batem-se as gemas com o açúcar, até fazer um creme esbranquiçado.
Depois, junta-se a farinha a pouco e pouco, sem parar de bater.
Quando começar a fazer bolhinhas, junta-se o óleo e o leite, e bate-se durante mais uns 3 minutos.
Por ultimo, juntam-se as claras, sem bater, apenas envolvendo delicadamente na massa.
Vai a forno médio, aproximadamente 40 minutos.
Para a cobertura e recheio:
Batem-se as natas, com as 5 colheres de açúcar, e o sumo do limão, que deve ser adicionado, aos poucos, enquanto as natas batem.Têm de ficar bem firmes.
Reduz-se metade do ananás ou do abacaxi, a puré, ou pica-se na 1.2.3, e reserva-se.
Quando o bolo estiver cozido, desenforma-se e deixa-se arrefecer. Depois, com muito cuidado, com uma faca grande, corta-se o bolo ao meio, horizontalmente.
Pega-se na parte de cima, com mto cuidado para não desmanchar, e na parte de baixo, coloca-se o puré de ananás, juntamente com 1/3 das natas batidas. Espalha-se o melhor possível, de forma a ficar bem recheado.
Cobre-se esta metade, com a outra, e pica-se o bolo todo com um palito.
Depois de picado, rega-se com o sumo do ananás (o que vem na lata, ou o que ficou de cortar a fruta).
Depois de regado, cobre-se com as restantes natas, e decora-se com o restante ananás.
Leva-se ao frigorífico, onde deverá estar pelo menos 2 horas antes de ser servido.
OPÇÃO: fica muito bom, se for polvilhado com coco ralado.
E para os mais gulosos, que não se importem com a linha, aqui vai um dos meus doces preferidos!
Receita para 6 pessoas:
1 pacote de bolacha maria
2,5 dl de café bem forte pouco açucarado
1 lata de leite condensado
a mesma quantidade de leite comum
6 gemas
1 pacote de natas
4 colheres de sopa de açucar
cacau ou chocolate negro raspado, para polvilhar no final
Misturam-se muito bem as gemas, com o leite condensado e o leite normal, e levam-se ao lume, mexendo sempre, até formar um creme espesso e homogéneo. O lume não deverá estar muito alto.
Deixa-se arrefecer.
Numa tigela, desfazem-se as bolachas,e regam-se com o café bem quente. Mexem-se de forma a conseguir-se que fiquem numa papa grossa.
Deixa-se arrefecer.
Batem-se as natas com o açucar, até estarem bem firmes.
Agora, vamos dispor o doce em camadas, num recipiente de vidro (de preferência).
A 1ª camada deve ser a de bolacha, seguida da de creme de leite, e por ultimo, as natas.
Finaliza-se, polvilhando as natas, com cacau em pó, ou chocolate amargo, ralado.
Leva-se ao frigorífico, plo menos 2 horas antes de servir.
Percam-se....
Para quem tem pouco tempo, ou não gosta de cozinhar, aqui vai uma receita muito boa, rápida, e muito fácil de confeccionar!
Receita para 4 pessoas:
1 frango grande, sem pele, e cortado aos pedaços
1 sopa de cebola da Knorr
1 cerveja preta de 33 cl
1 lata de cogumelos laminados pequena
4 fatias de bacon (cortadas aos quadradinhos pequenos)
1/2 pacote de natas (facultativo)
1 pitada de sal
pimenta a gosto
Põe-se o frango num tacho largo. Por cima, deita-se a sopa de cebola, e a cerveja.
Tapa-se o tacho, e vai ao lume durante 15 minutos.
De seguida, juntam-se os cogumelos, e o bacon, e deixa-se ficar ao lume, mais uns 10 minutos.
Findo este tempo, juntam-se as natas, a pimenta, e o sal, se for necessário.
Deixa-se estar ao lume, mais uns 5 minutos, com o tacho destapado, para engrossar o molho, ligeiramente.
Serve-se bem quente, com batata frita, ou arroz branco.
Bom apetite!!
Para os apreciadores de peixe, deixo aqui a receita da caldeirada, tal e qual como a confecciono. Costuma ser muito saborosa....
Temo, não acertar na quantidade de peixe para determinado nº de pessoas, porque este, é mais um dos pratos, que faço a "olho".
Mas vou calcular, como sempre, o nº base de 6 pessoas:
0,5 kg de safio (do lado da cabeça, porque tem menos espinhas)
0,5 kg de raia
0,5 de tamboril
0,5 kg de ameijoa negra
6 tomates maduros
4 cebolas grandes
1 pimento verde
6 dentes de alho
1 ramo de salsa
vinho branco, para cobrir o peixe
sal e pimenta a gosto
1 dl de azeite
12 batatas
12 fatias de pão frito
Num tacho largo, dispõem-se no fundo, as ameijoas.
Em cima das ameijoas, colocam-se 3 tomates desfeitos, 2 cebolas cortadas às rodelas, metade do pimento cortado às tiras, e 3 dentes de alho, picados.
Por cima colocam-se os peixes, préviamente cortados em postas pequenas.
Depois, por cima dos peixes, dispõem-se as restantes cebolas cortadas às rodelas, os restantes tomates desfeitos, bem como o resto dos alhos, do pimento, e o ramo de salsa.
Por ultimo, rega-se tudo com o azeite e com o vinho, tempera-se de sal e pimenta e vai a lume médio, durante, aproximadamente, 25 minutos (aqui o tempo de cozedura, também não é mto certo, porque faço a "olho"...).
Há quem ponha batatas misturadas, eu prefiro cozê-las à parte, fritar o pão, e acompanhar assim.
Bom apetite!